Quando um projeto é gerido por múltiplos atores que não compartilham uma governança comum, o risco de ineficiências aumenta: multiplicam-se os tempos de coordenação, os erros de implementação e a dificuldade de sustentar o impacto no longo prazo.
“Um dos principais erros que cometemos como Paraguai é achar que contratar muitas partes nos garante controle. O que precisamos não é de mais contratos, e sim de mais coerência. A fragmentação não apenas desacelera, como também empobrece a qualidade do que entregamos”, opina Verónica Meyer, presidente da Relevant Holding.